Sagrado Feminino

lilith_386589Proponho uma reflexão…

Mulheres são seres humanos com características próprias e que estão longe de se limitarem ao ser “bela, sensível, receptiva e delicada”.
Mulheres poderosas são mulheres que se conhecem e que se aprofundam no mar de sua existência.
Mulheres que olham o mundo através de suas pegadas e das pegadas de suas ancestrais.
Mulheres que, antes mesmo de serem mulheres, se reconhecem como seres sagrados, pois sabem que toda a vida é sagrada.
Mulheres que, em sua jornada, descobrem que são únicas e que através desta descoberta, encontram o respeito pelo Todo formado de muitos únicos e cheios de diferenças, mas que aproximam no colorido da diversidade.
Dentre outras milhares de questões.

Pois então…

Os estudos, a vivência e os movimentos sócio-espírito-culturais ligados ao desenvolvimento das mulheres e do Sagrado que envolve o Feminino não deveriam existir (e não existem) para somente e tão somente fortalecer os conceitos e características normativas formatadas pelo imaginário masculino quanto ao gênero feminino ou ao que nos chega como a construção da “mulher ideal”, mas é justamente esse segmento que é o mais difundido (e, infelizmente, buscado).

Sinceramente? Eu penso que é um desrespeito (e uma irresponsabilidade) uma abordagem que liga (e LIMITA) o empoderamento das mulheres à sua capacidade de, por exemplo, “se maquiar como uma deusa”. E que fique claro que eu não tenho nada contra maquiagem ou adentrar nessa PEQUENA PARTE do mundo que ligamos ao arquétipo da maravilhosa e essencial Afrodite. Lembro também que o conceito de “ser Bela” é bem mais abrangente que essa coisa ligada exclusivamente à isso que alguns e algumas entendem como caminho de sedução.

Sedução de quem mesmo?
Oh não, a motivação para conhecer o “feminino” é conseguir um homem ou um “relacionamento”? (quando se admite isso, claro).

Quem estiver interessada somente nisso, compre aquele “desserviço” que é a Revista Nova. É mais barato, mais rápido e tão “raso” quanto.

Nem vou me desculpar pelo conteúdo deste post, porque neste momento, minha “cara” é parecida com a dessa imagem…
Estou mais para Kali ou Lilith, pra quem preferir.
Alguém aí duvida do “PODER FEMININO” destas Deusas?

Por Patricia Fox Machado, filósofa, palestrante e terapeuta especialista em Ecoespiritualidade, Conhecimento e Bem-estar Integral para mulheres. Idealizadora do Feminino Essencial.
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